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Sábado, 24/11/2018 - 09h03

Estudantes da rede municipal participam de oficina de cordel como parte da programação da FeliS

Ação reuniu estudantes do 7º ano da U.E.B. Bandeira Tribuzzi; objetivo da oficina é levar o conhecimento da cultura popular nordestina por meio da leitura de poesia, e ajudar no contexto pedagógico da escola

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Da Redação - Agência São Luís

Estudantes da rede municipal participam de oficina de cordel como parte da programação da FeliSOs estudantes do 7º ano da U.E.B. Bandeira Tribuzzi participaram, nesta sexta-feira (23), do projeto ''Proseando com a escola'', a proposta é levar oficina de cordel para as escolas da rede municipal. A ação faz parte da programação da 12ª Feira do Livro de São Luís (FeliS), realizada no Multicenter Sebrae, Cohafuma, pela Prefeitura de São Luís, por meio das secretarias de Educação (Semed) e Cultura (Secult), em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae). A oficina foi ministrada pelo escritor e poeta pernambucano, Edgar Diniz.

O objetivo da oficina é levar o conhecimento da cultura popular nordestina por meio da leitura de poesia, e ajudar no contexto pedagógico da escola através da integração dos estudantes com os diversos conteúdos explorados nos trechos de cada poema. Na oficina, Edgar Diniz, faz a junção da literatura de cordel e a musicalidade do rap, pois o cordelista ensina aos estudantes as bases do cordel para utilizar nos versos das poesias e transformar em pequenos poemas que gerem reflexões sociais e emocionais.

O secretario municipal de Educação, Moacir Feitosa, falou da importância de levar um autor de cordel para dentro da sala de aula. ''A oficina é uma grande extensão da FeliS. Então, oportunizar os estudantes a terem um contato mais próximo com o artista é muito importante, assim, eles percebem de fato como se dá o processo de criação'', disse o secretário destacando que a programação do evento segue orientação do prefeito Edivaldo.

"Trabalhamos também a subjetividade de cada estudante, estimulamos o senso criativo de cada um e a forma que eles percebem o mundo'', explica o autor Edgar Diniz, que ainda frisou o fato dos alunos apreenderem noções de versos, estrofes e métricas silábicas dos poemas, para que então, se possa ter uma boa poesia e emocionarem o leitor.

Luís Felipe da Conceição Andrade, 7º ano, compartilhou sobre o que mais achou interessante na oficina. ''O que mais gostei foi a forma de juntar as palavras e fazer com que elas rimem e tenham sentido'', comentou o estudante de 14 anos.

Para João Gabriel Araújo dos Santos, 13 anos, o que mais chamou a atenção foi a união das letras com o ritmo de rap. ''A forma de unir as letras do poema e transformar em melodia do rap, e até mesmo de qualquer outro ritmo como o professor falou, foi o que deixou a oficina bastante interessante na minha opinião,'' explicou o estudante do 7º ano.

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